Embora seja o confronto mais sangrento pela Independência do Brasil e esteja estampada no pavilhão estadual, a data não consta no calendário de feriados do Piauí por limitações da legislação federal
Beto Souza, da CNN Brasil, em São Paulo
O governo da Turquia confirmou, nesta terça-feira (10), a instalação de um sistema de defesa aérea Patriot, de fabricação norte-americana, em uma província no sudeste do país.
A medida faz parte do reforço nas estratégias de defesa contra mísseis da OTAN em resposta à escalada do conflito no Oriente Médio.
O equipamento foi posicionado em Malatya e está em fase de preparação para entrar em operação.
A implantação ocorre após o Ministério da Defesa turco relatar que um míssil balístico, supostamente disparado do Irã, entrou no espaço aéreo da Turquia antes de ser neutralizado por sistemas de defesa da OTAN no Mediterrâneo Oriental.
Fragmentos desse projétil teriam caído em áreas desabitadas na região de Gaziantep.
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, emitiu um alerta contra “medidas provocativas” após o incidente.
Por outro lado, o Irã negou oficialmente a autoria de qualquer lançamento em direção ao território turco, sugerindo que o ocorrido poderia ser uma “operação de falsa bandeira”.
As forças dos Estados Unidos já haviam interceptado um míssil iraniano em direção à Turquia na semana anterior.
A movimentação militar em Malatya coincide com relatos de que o exército norte-americano estaria deslocando sistemas Patriot baseados na Coreia do Sul para o Oriente Médio, visando suprir a demanda logística do conflito.
A guerra entre os EUA, Israel e o Irã, iniciada em 28 de fevereiro, tem provocado retaliações iranianas contra diversos países vizinhos que abrigam bases militares ocidentais.
Enquanto o governo de Donald Trump afirma que o objetivo é a destruição das capacidades nucleares e de mísseis de Teerã, o regime iraniano, agora sob a liderança de Mojtaba Khamenei, mantém a postura de resposta militar decisiva contra o que classifica como agressão estrangeira.
Um padre libanês morreu nesta terça-feira (10) em decorrência de disparos de um tanque israelense no sul do Líbano. O incidente ocorreu em uma aldeia cristã onde o religioso e outros moradores haviam decidido permanecer, apesar das sucessivas ordens de evacuação emitidas pelo exército de Israel nos últimos dias.
A morte foi confirmada pela Agência Nacional de Notícias do Líbano em meio ao aumento da pressão militar na fronteira.
As Forças de Defesa de Israel emitiram alertas para que a população civil se desloque para o norte do rio Litani, alegando que a área sul é alvo de operações contra o Hezbollah.
Organizações internacionais, como a Anistia Internacional, questionam a eficácia dessas ordens de evacuação em massa, afirmando que elas não isentam as forças militares da responsabilidade de proteger civis que optam por não abandonar suas residências.
Desde o início da ofensiva israelense em território libanês nesta semana, o Ministério da Saúde do país contabiliza ao menos 394 mortos.
Israel justifica as ações como uma medida para erradicar a infraestrutura do grupo Hezbollah, incluindo o bombardeio de instituições financeiras como a Al-Qard Al-Hassan, que, segundo o governo israelense, financia a compra de armamentos.
Em resposta, o Hezbollah afirmou ter lançado foguetes contra o norte de Israel e contra veículos militares na cidade fronteiriça de Markaba.
O confronto no Líbano é um desdobramento da guerra iniciada em 28 de fevereiro entre Israel, os Estados Unidos e o Irã.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou que as operações visam desmantelar as estruturas dos aliados de Teerã na região.
Enquanto a escalada militar prossegue, analistas alertam para o risco de o Oriente Médio se transformar em uma zona de “terra arrasada”, com consequências humanitárias e econômicas que podem perdurar além do fim das hostilidades.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos deve apresentar, em breve, novas acusações criminais contra Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A medida ocorre após a operação de captura realizada pela Força Delta na madrugada deste sábado (3), que resultou na retirada do casal do território venezuelano.
A nova denúncia deve ser protocolada em Nova York, onde o líder venezuelano já possui indiciamentos anteriores que datam de 2020.
De acordo com fontes familiarizadas com o assunto, as novas acusações devem ser anexadas como uma denúncia complementar ao processo que já tramita no Distrito Sul de Nova York.
Desde 2020, Maduro enfrenta processos nos EUA por narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e outras acusações correlatas.
Investigações anteriores do governo americano alegam a existência de uma conspiração de décadas, na qual Maduro e assessores de alto escalão teriam oferecido proteção política e militar a grupos narcoterroristas.
Na época dos primeiros indiciamentos, promotores afirmaram que o líder venezuelano utilizava o tráfico de drogas como uma ferramenta estratégica contra os interesses dos Estados Unidos.
A captura de Maduro e Flores foi confirmada pelo presidente Donald Trump, que afirmou que o casal está a bordo do navio USS Iwo Jima rumo a Nova York. A missão militar, descrita como de “velocidade impressionante”, contou com o apoio da CIA e da polícia americana para rastrear e deter os alvos em Caracas.
A Procuradora-Geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, declarou que Maduro enfrentará a justiça americana por crimes contra o país. Com a chegada em solo americano, Maduro deve ser submetido ao sistema judicial para responder pelos mandados de prisão pendentes.
O governo dos EUA oferecia uma recompensa de 50 milhões de dólares por informações que levassem à sua detenção, valor atualizado em agosto de 2025.
Enquanto a Justiça dos EUA prepara o julgamento, a situação política na Venezuela permanece incerta, com o governo local tendo decretado emergência nacional e a oposição monitorando uma possível transição de poder.
O empresário Oscar Maroni, proprietário do Bahamas Hotel Club, faleceu na manhã desta quarta-feira (31), em São Paulo. Aos 74 anos, Maroni era considerado um ícone da noite paulistana, tendo atuado por décadas no setor de entretenimento e eventos da capital. A confirmação do óbito foi divulgada por meio de uma nota oficial emitida pela administração do principal empreendimento.
Maroni consolidou sua trajetória como uma das figuras mais emblemáticas da noite em São Paulo.
Segundo o comunicado oficial da boate, ele era reconhecido por sua postura como defensor da liberdade de expressão e por sua atuação provocadora no cenário empresarial.
“Oscar viveu intensamente, fiel às suas convicções e à sua liberdade. Mais do que um empresário, foi um homem que marcou seu tempo e deixou uma história que jamais será esquecida. Agradecemos todas as manifestações de carinho e respeito neste momento de dor”, diz a nota.
O Bahamas Hotel Club suspendeu temporariamente suas atividades, com previsão de retomada das operações no sábado (2).
O velório de Oscar Maroni será restrito a familiares e amigos próximos, conforme informado pela assessoria.
A Polícia Civil de São Paulo segue investigando a ocorrência envolvendo uma carreta que ficou atravessada no km 44 do Rodoanel Mário Covas, em Itapecerica da Serra, por mais de cinco horas na manhã dessa quarta-feira (12). O motorista do veículo estava amarrado e acompanhado simulacros de bombas.
Suspeita de bomba no Rodoanel: entenda como é atuação policial neste caso
O veículo, que havia feito uma entrega de explosivos no Peru, se dirigia para uma das sedes da transportadora, no ABC Paulista.
Segundo a versão do motorista, o começo da situação, que gerou caos em uma das principais rodovias de São Paulo, ocorreu após ele ser abordado por três criminosos.
A investigação ainda não respondeu, no entanto, como e quando o suposto assalto ocorreu e nem quais seriam as motivações dos criminosos em travar uma das principais vias do estado e gerar tensão com a ameaça de bomba.
O principal ponto que ainda precisa ser definido pela Polícia Civil é qual das versões é a verdadeira, visto que há relatos conflitantes:
A investigação ainda não chegou a uma conclusão, e a SSP (Secretaria de Segurança Pública) afirmou que “no momento, nenhuma linha de investigação é descartada”.
Veja imagens do resgate
Embora o artefato no veículo tenha sido confirmado como um simulacro de explosivo pelo Esquadrão Antibombas do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo), a investigação deve esclarecer o objetivo por trás da ação.
A carreta havia feito recentemente a entrega de uma carga de explosivos na fronteira com o Peru. No momento do incidente, o veículo estava vazio e retornava para a sede da empresa Sitrex, em São Bernardo do Campo.
O delegado Márcio Fruet afirmou que a polícia não descarta a possibilidade de que os criminosos estivessem interessados na carga de explosivos transportada.
Ele considerou que pode ter havido o começo do roubo, mas que os criminosos desistiram.
O caso intriga os investigadores da Polícia Civil, que além da apuração da veracidade da versão do motorista, também checam a presença de materiais e provas que componham a elucidação do caso.
Carreta no Rodoanel: polícia não descarta nenhuma linha de investigação
Tanto o motorista quanto as demais pessoas envolvidas no atendimento da ocorrência já foram ouvidos pela polícia. O caminhão foi apreendido e passou por perícia, com coleta de impressões digitais.
A maior operação já realizada na história do estado do Rio de Janeiro, a Operação Contenção, transformou os Complexos do Alemão e da Penha em uma “zona de guerra” nesta terça-feira (28). O resultado dos intensos confrontos deixou pelo menos 22 mortos, sendo 2 policiais mortos, segundo o governador Cláudio Castro.
A Operação Contenção é classificada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro como uma iniciativa permanente voltada ao enfrentamento da expansão territorial da facção em diferentes regiões.
A ação conjunta das Polícias Civil e Militar, que mobilizou cerca de 2.500 agentes, pretende principal frear o avanço territorial da facção Comando Vermelho (CV) e cumprir uma centena de mandados de prisão.
As forças de segurança buscam cumprir 100 mandados de prisão, sendo que 30 dos alvos são suspeitos oriundos de outros estados, com destaque para membros do Pará, que estariam escondidos nas comunidades.
A ação policial é resultado de mais de um ano de investigação conduzida pela DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes).
Até o momento, 81 pessoas já foram presas. Entre os capturados, está um suspeito apontado como operador financeiro de Edgar Alves de Andrade, conhecido como “Doca” ou “Urso”, um dos chefes do Comando Vermelho.
Além das prisões, a operação já registou ao menos 7 policiais baleados, sendo três agentes civis, dois militares e dois não identificados. O delegado Bernardo Leal (DRE) e um policial do Bope foram atingidos de raspão na perna, mas ambos estão bem e fora de risco.
A intensidade dos tiroteios causou vítimas entre agentes e moradores. Três moradores foram vítimas de bala perdida e socorridos no Hospital Getúlio Vargas, incluindo uma mulher atingida de raspão que já recebeu alta.
Durante a incursão, imagens captadas por drones policiais registraram um grupo de criminosos fortemente armados, vestindo roupas camufladas e portando fuzis, em fuga por trilhas clandestinas na mata da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha.
Imagens mostram “zona de guerra” em megaoperação contra o CV no RJ; veja
Em resposta à atuação das polícias, criminosos do CV também utilizaram drones para lançar granadas ou arremessar bombas na região do Complexo da Penha.
Para a realização da megaoperação, o suporte logístico e tecnológico incluiu drones, dois helicópteros, 32 blindados e 12 veículos de demolição.
A violência impactou diretamente a rotina das comunidades, levando ao fechamento de 46 escolas municipais e estaduais na região do Alemão e da Penha. Além disso, cinco unidades de Atenção Primária suspenderam o início do funcionamento.
O Rio Ônibus, concessionária que atende o transporte público na capital carioca, informou que sete ônibus foram utilizados como barricadas, com 20 linhas desviadas para a segurança de rodoviários e passageiros.
Ambulâncias do Grupamento de Salvamento e Resgate foram posicionadas para atender às ocorrências.
Em entrevista coletiva realizada na manhã desta terça-feira (18), o delegado Luiz Carlos do Carmo, que participa das investigações do assassinato da jovem Vitória Regina de Sousa classificou Maicol Antonio Sales do Santos, preso por suspeita de ter cometido o homicídio, como “psicopata”. Carmo é chefe do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro).
A Polícia Civil de São Paulo confirmou nesta terça-feira (18) a confissão de Maicol Antonio Sales do Santos pelo assassinato de Vitória Regina de Souza, 17 anos, em Cajamar, na Grande São Paulo. Os investigadores classificaram Maicol como psicopata e afirmaram que ele tinha uma obsessão pela vítima.
Em depoimento à polícia, Maicol confessou o crime. A informação, antecipada pela CNN na segunda-feira (17), foi confirmada nesta terça. A defesa de Maicol, no entanto, nega a confissão. Os advogados alegam que qualquer declaração feita sem a presença deles “ofende a legislação processual”.
Os policiais envolvidos na investigação afirmaram que Maicol mantinha uma obsessão e era “apaixonado” pela vítima. A polícia acredita que, após o crime, Maicol levou o corpo de Vitória para sua casa.
Apesar das especulações iniciais, a polícia confirmou que não houve decapitação do corpo de Vitória. A jovem morreu em virtude de três golpes de facas.
A polícia acredita que o suspeito acompanhava a vítima desde o ano passado, praticando stalking contra ela.
O desaparecimento e a trágica morte de Vitória Regina de Sousa, uma jovem de 17 anos comoveu os moradores de Cajamar (SP). A história começou em 26 de fevereiro, quando a garota, após um dia de trabalho em um shopping local, pegou o ônibus de volta para casa.
Naquela noite, Vitória compartilhou mensagens de texto com uma amiga, expressando o medo que sentia ao perceber que estava sendo seguida por dois homens. Testemunhas relataram ter visto um automóvel com quatro homens seguindo a jovem depois que ela desceu do ônibus.
Após seu desaparecimento, a cidade se uniu em buscas incessantes. A polícia e os familiares, apoiados por diversos agentes, cães farejadores e drones, procuraram por Vitória em todos os cantos da região.
A angústia chegou ao fim em 5 de março, quando o corpo de Vitória foi encontrado em uma área de mata em Cajamar. O corpo da jovem estava em estado avançado de decomposição e apresentava sinais de violência. A jovem estava com a cabeça raspada e sem as roupas.
A Delegacia de Polícia de Cajamar assumiu a responsabilidade pela investigação, trabalhando com diversas hipóteses para o crime. Mais de 18 pessoas foram ouvidas e dois veículos foram apreendidos para perícia.
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Velório da jovem Vitória Regina de Sousa, 17 anos, morta em Cajamar (SP)
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Velório da jovem Vitória Regina de Sousa, 17 anos, morta em Cajamar (SP) • CNN
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Velório da jovem Vitória Regina de Sousa, 17 anos, morta em Cajamar (SP) • CNN
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Velório da jovem Vitória Regina de Sousa, 17 anos, morta em Cajamar (SP) • CNN
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Centenas de pessoas acompanham o velório da jovem • Reprodução/CNN
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Centenas de pessoas acompanham o velório da jovem • Reprodução/CNN
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Centenas de pessoas acompanham o velório da jovem • Reprodução/CNN
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Corpo de Vitória chega ao velório em Cajamar • Reprodução/CNN
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Familiares participam de velório de Vitória • Reprodução/CNN
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Familiares participam de velório de Vitória • Reprodução/CNN
Ingrid Guimarães relatou, em seu perfil no X (antigo Twitter), uma situação de constrangimento em um voo da American Airlines de Nova York para o Rio de Janeiro, na última sexta-feira (7). A atriz afirma ter sido coagida a deixar seu assento na classe Premium Economy para ceder lugar a outro passageiro, devido a um problema com uma cadeira na classe executiva.
A atriz alega que a companhia aérea não ofereceu explicações e a ameaçou, dizendo que ela nunca mais viajaria pela American Airlines caso não cedesse o lugar. Funcionários teriam anunciado no microfone, na frente de outros passageiros, que o voo atrasaria devido à atriz, que se recusava a trocar de assento. Veja a publicação.
Eu vivi uma um situação absurda num vôo da @AmericanAir vindo de Nova York ontem! Digamos uma situação abusiva mesmo.
— Ingrid Guimaraes (@IngridGuimaraes) March 9, 2025
Ela relata ter se sentido pressionada e constrangida pela situação, principalmente após alguns passageiros brasileiros a repreenderem sem conhecerem o contexto do ocorrido.
Guimarães descreve a abordagem dos funcionários como abusiva, com ameaças e desrespeito. Segundo a atriz, a tripulação não tentou negociar ou oferecer qualquer tipo de compensação antes de exigir que ela deixasse seu assento.
A artista diz que seu cunhado e irmã tentaram intervir, em inglês, mas foram mandados calar a boca por uma funcionária. Ela relata que um comissário brasileiro a teria aconselhado a sair “por bem ou por mal”.
Após ceder à pressão, Ingrid Guimarães foi realocada para a classe econômica. A companhia aérea ofereceu um voucher de 300 dólares de desconto em uma próxima viagem. A atriz questiona a conduta da American Airlines e finaliza o relato pedindo que a companhia aérea se manifeste sobre o ocorrido.
Em nota, a American Airlines informou que se empenha para proporcionar uma experiência positiva a todos os passageiros e lamentou pelo caso envolvendo a atriz. (Veja íntegra abaixo)
“Um membro de nossa equipe conversou com ela para pedir desculpas pessoalmente e resolver o assunto. Além disso, continuamos investigando o caso para entender todos os seus detalhes”, disse a aérea em comunicado.
A American Airlines se empenha para proporcionar uma experiência positiva a todos os passageiros e sentimos muito pela recente experiência de nossa cliente. Um membro de nossa equipe conversou com ela para pedir desculpas pessoalmente e resolver o assunto. Além disso, continuamos investigando o caso para entender todos os seus detalhes.
Um homem foi preso na última segunda-feira (3) em Sarandi (PR), a 420 quilômetros de Curitiba, por suspeita de violência doméstica contra a esposa. O indivíduo, que não teve o nome divulgado, já tem passagem pelo mesmo crime.
A Polícia Militar foi acionada pela funcionária de um supermercado após a vítima escrever um bilhete pedindo socorro. Uma viatura foi direcionada ao local indicado por ela.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná informou que ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima assustada. Ela abriu o portão para que os policiais pudessem abordar o suspeito.
A vítima, que fazia compras com o marido, pediu papel e caneta emprestados à funcionária e escreveu um bilhete com o endereço de sua residência e o seguinte pedido: “Chama a polícia que ele vai me matar”. A funcionária, então, ligou para o 190. O homem foi preso e permanece detido.
“O Paraná não é lugar pra ‘machão de cozinha’”, afirmou o secretário de Segurança do Paraná, Hudson Teixeira.
Segundo a secretaria, em 2024 houve uma redução de 18% nos casos de feminicídio nas 20 cidades que receberam o programa Mulher Segura, em comparação com 2023.
Apesar da redução nos casos de feminicídio nas cidades atendidas pelo programa Mulher Segura, o estado registrou 109 casos em 2024.
