O documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, lançado na última segunda-feira (20) pelo Globoplay, data que marcou um ano da morte de Preta Gil (1974-2025), revelou detalhes de como foram seus últimos dias de vida.
Amigos próximos revelaram o comportamento da cantora, após ela descobrir que o tratamento experimental contra o câncer de intestino que estava realizando nos Estados Unidos não surtiria efeito.
O empresário e amigo Marcello Azevedo explicou como funcionava o tratamento voltado para pacientes com estágio avançado da doença. “Quando o remédio não faz tanto efeito, eles são obrigados a tirar ela do teste, porque precisa dar a vez para outra pessoa”, disse.
Segundo ele, depois que os médicos a aconselharam a ficar com a família, “ela não falou mais”.
Considerada irmã de criação da cantora, Marina Morena revelou o último pedido de Preta Gil. “Ela disse: ‘Meninas, vamos orar?’. Foi isso, foram as últimas palavras. Depois da oração ela deixou ir”.
A empresária Malu Barbosa, também amiga próxima de Preta, contou que a partir de então, a artista passava a maior parte do tempo dormindo. “Ela não usou mais telefone. Ela desligou, só ficou deitada, dormindo”, lamentou.
Preta Gil morreu no dia 20 de julho de 2025, aos 50 anos, nos Estados Unidos. Ela se preparava para voltar ao Brasil em uma UTI aérea, quando passou mal e acabou falecendo a caminho do hospital. Ela viajou ao país para ser submetida ao tratamento experimental contra o câncer colorretal, diagnosticado em janeiro de 2023.
Cara eu achei que esse documentário da Preta Gil ia ser só cortes mttt editados e não tão visceral assim!
Quem fez, quem dirigiu e quem roteirizou tá de parabéns! E que ela esteja descansando em paz no melhor lugar possível pic.twitter.com/u9cMRh0yh5
— Babi (@babi) July 21, 2026
