Entrou no avião da Leila e viajou até Salta, na Argentina. Em um ambiente agrícola e montanhoso, foi jogar com o Boca Juniors. Perdeu: 1×0. Sem Viveros, seu artilheiro, daria a camisa 9 para Marco Ruben, seu ídolo que devia estar por perto.
Para entregar o avião à Leila, retornou por Campinas e foi a Bragança Paulista. Lá jogou contra o Bragantino. Perdeu: 2×1.
E, assim, o Athletico terminou a sua aventura enquanto são disputadas as finais da Copa do Mundo, nos Estados Unidos. Na bagagem trouxe duas derrotas, talvez, vinhos das vinícolas de altitude de Cafayeate, em Salta, e uma certeza: o velho problema no meio campo continua.
O Furacão está indo mal nessa janela de contratação. Com o dinheiro na conta do chá, voltou ao mercado paralelo que oferece jogador barato, mas não necessariamente bom.
Dele, vieram o veterano Gilberto, dispensado pelo Bahia, o zagueiro Dantas, que está suspenso por uso de cannabis como medicamento, e o atacante colombiano Jorge Rivaldo, tratado como “jogador do futuro”.
Quer dizer: o Athletico contratou um lateral passado, um atacante do futuro e um zagueiro suspenso por doping. Para o meio campo, ninguém, esperando que algum dia Bruno Zapelli jogue como um “mago” como os argentinos o venderam.
No entanto, Odair Helmann, o treinador, voltou e disse:
– Está tudo bem, tudo ótimo!
Acabando a Copa, vai acabar o sossego dos apaixonados.
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Augusto Mafuz” itemprop=”image” data-src=”https://media.umdoisesportes.com.br/main/2024/06/13161417/8.png” src=”https://media.umdoisesportes.com.br/main/2024/06/13161417/8.png”>
Um dos comentaristas esportivos mais tradicionais de Curitiba, conhecido por sua cobertura do Athletico, Coritiba e outros times da capital. Nascido em Guarapuava em 11 de maio de 1949, Mafuz é figura central no jornalismo esportivo local por décadas por causa de seu texto apurado e opinões contundentes.
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