Lar Região Dionne Warwick relembra “We Are the World”: “Tinha que estar lá”

Dionne Warwick relembra “We Are the World”: “Tinha que estar lá”

por anabeatrizdias
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A cantora Dionne Warwick, 85, fez parte de um dos momentos mais icônicos da indústria musical: esteve presente entre as 46 estrelas americanas que cantaram a música “We Are The World” em combate à fome na África, em 1985. Em entrevista à CNN Brasil, a artista revelou memórias da ocasião.

“Só o fato de ver que todos os artistas que estavam lá, alguns dos quais eu nunca tinha conhecido antes, foi uma alegria. Mas ver todos os meus velhos amigos e poder participar de uma música que significou tanto para todos nós… Foi um momento maravilhoso, maravilhoso”, relembra.

Na sequência, ela ainda brinca: “As pessoas sempre perguntam: ‘Como foi? Como foi?’. E é muito difícil explicar isso para as pessoas. Eu costumo dizer que você tinha que estar lá para saber exatamente como foi”.

O projeto encabeçado por Michael Jackson e Lionel Richie ainda contou com outros nomes como Cyndi Lauper, Bruce Springsteen, Tina Turner, Stevie Wonder, Billy Joel, Bob Dylan, entre outros.

Em 2024, um documentário intitulado “The Greatest Night in Pop” revelou imagens reais do dia da gravação, trazendo a montanha-russa de emoções para escrever e gravar a canção que arrecadou milhões e ganhou 2 Grammys. Além disso, a produção ainda conta com entrevistas com alguns dos nomes que estiveram presentes na canção.

Dionne Warwick se despede dos palcos e faz passagem pelo Brasil

Neste ano, a voz de “Walk on By” e “I’ll Never Fall in Love Again” realiza sua despedida dos palcos com a turnê “Over and Out – A Farewell Tour”. Em outubro, ela se despede dos palcos brasileiros ao realizar apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba.

Dionne Warwick é vencedora de seis prêmios Grammy, com mais de 75 sucessos nas paradas e mais de 100 milhões de discos vendidos. Foi descoberta por Burt Bacharach e Hal David em 1961, e gravou 18 singles consecutivos no Top 100, incluindo “Don’t Make Me Over”, “I Say a Little Prayer”, “A House is Not a Home”, “Alfie”, “Heartbreaker” e “Déjà Vu”.

Ao receber o seu primeiro Grammy em 1968 por “Do You Know the Way to San Jose?”, ela tornou-se a primeira artista solo feminina afro-americana de sua geração a ganhar o prêmio de Melhor Performance Vocal Feminina Contemporânea.

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